Abra os braços, pois, o poço não e tão fundo
Todos estamos do mesmo lado quando estamos no fim do túnel
E a luz que chega é de um trem sem rumo...
Está tudo escuro onde não moram os anjos
Com medo eu durmo procurando um refúgio
Uma prece intercede dentro de meu corpo sujo...
Ergui o braço, senti o seu abraço e o calor de suas mãos
Me diga o que faço ,pois, em meus pés não sinto mais o chão
Agora posso perceber que tua força é tua compaixão
Abra os braços , pois, podes alçar vôo
Todos estamos errados prestando atenção nos outros
E assim iremos nos enterrando aos poucos...
E é assim que acontece o tempo todo
Na rua o assalto e no seu apartamento
Depois dos gritos o silêncio...
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